Tuesday, February 19, 2013

I just received a letter...

I received a nice letter that from the FreeBSD foundation. Would you like to receive one too? It's easy!


Friday, December 19, 2008

Support Wikipedia!

Dear Carlos Augusto,

On behalf of the Wikimedia Foundation, I wish to acknowledge and thank you for your gift of USD 30.00 to the Wikimedia Foundation, received on December 19, 2008. Your support is greatly appreciated.

Your generosity helps ensure that the Wikimedia Foundation continues to make human knowledge free and accessible to the world. The Wikimedia Foundation operates some of the largest and most popular collaboratively edited reference projects in the world, including Wikipedia, one of the world's top ten most popular websites. Our work is important: we are grateful you have joined with us to help make it happen.

Sincerely Yours,

Sue Gardner
Executive Director, Wikimedia Foundation



The Wikimedia Foundation, Inc. is a non-profit charitable corporation with 501(c)(3) tax exempt status in the United States. No goods or services were provided, in whole or in part, for this contribution. Tax-exempt number: 20-0049703

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Thursday, December 04, 2008

É campeão... da estupidez

Eu gosto muito de Porto Alegre. Infelizmente descobri que uma quantidade enorme de pessoas que vivem aqui parece não gostar desta cidade. Devem odiá-la, na verdade, tanto que fazem questão de fazê-la detestável.

Outra coisa que descobri é que metade dessas pessoas que odeiam Porto Alegre torce para o Grêmio. A outra metade, obviamente, torce para o Internacional. Isto, por si só, não é inconveniente. Chato é ter que compartilhar, à força, a euforia de algum idiota pelas vitórias futebolísticas do “seu” clube ou pelas derrotas do clube do idiota ao lado.

Wednesday, October 08, 2008

Tadeu Martins e a Inquisição

Augusto Franke Bier

Jornalista e chargista

Depois da demolição contínua e sistemática de prédios históricos em Santo Ângelo, onde a política de tombamento nunca foi exatamente o ponto forte das administrações, a mais recente agressão ao patrimônio ocorre dentro de uma igreja. Recentemente “reinaugurada”, a Catedral Angelopolitana, abriu suas portas para os fiéis e os turistas ostentando uma mutilação grave. A pintura mural executada no altar central, há menos de vinte anos, pelo artista plástico Tadeu Martins, desapareceu.

Todos lembram que a grande polêmica se dava em torno da imagem de uma índia de seio desnudo. Nada mais adequado ao sétimo povo missioneiro que tivesse dentro de sua catedral a marca maior de sua obra, numa referência à evangelização dos índios Guarani. Justamente pela fidelidade histórico-astística dessa representação, onde os verdadeiros donos desta terra aparecem em estado puro, despreocupados de pudor, a comunidade não só perde uma obra de arte magistral, como também reproduz o preconceito do colonizador para com as culturas diferentes.

Na tarefa cruel da submeter povos gentios à tutela do deus cristão – que se desenvolvia paralelamente na busca por ouro e territórios –, muito sangue nativo foi derramado. Levou tempo até que os Guarani tivessem que optar entre cair nas mãos dos bandeirantes escravizadores e se deixar “domesticar” no aldeamento das missões jesuíticas. Mas a glória da experiência missioneira, sempre evocada na arquitetura monumental e nas artes remanescentes, tem nos nativos uma história de resistência que a própria Santa Madre Igreja evoca com desconforto – quando o faz! E isso vem à baila quando perguntamos o seguinte: Por que, em quase século e meio de dominação, as reduções não produziram um único padre índio?

A resposta, ironicamente, vem de um jesuíta paraguaio, padre Bartolomeu Meliá, talvez a maior autoridade em estudos missioneiros ainda viva. Escreve ele que a religiosidade dos índios não reconhecia o pecado. Logo, desprovidos de culpa, não teriam como ser submetidos pelos padres, porque o maior instrumento de coerção da cristandade – a ameaça do castigo eterno – não surtia efeito. Essa pureza ainda pode ser observada por aqueles que convivem com os atuais Guarani da região missioneira. No entanto, os esforço pela descaracterização dessa cultura hoje prossegue quando autoridades mal-intencionadas ou ignorantes estendem luz elétrica e televisão até os acampamentos. Perdendo o status de índios, que ainda os protege um pouco, e isolados de sua identidade, tornam-se párias a esmolar na porta do templo.

A nudez na índia de Tadeu Martins foi acusada de ofender a sacralidade do altar. Mas como fica esse mesmo respeito ao sagrado se o sacerdote for um pedófilo, um delator, um omisso ou um legitimador de desmandos aboletado no regaço confortável dos coronéis de plantão? Há uma moral putrefata flutuando pelas naves da nossa catedral, emitida pelos porões ancestrais da inquisição. Nem estamos evocando o bom selvagem idealizado por Rousseau, mas um povo verdadeiro a cuja sabedoria a Igreja deveria se curvar. No entanto, aquele preconceito doentio deixa seus herdeiros. E Jesus Cristo, que, numa metáfora pela inocência, pedia que deixassem ir a ele os pequeninos, vê a representação dos seus indiozinhos apartada de sua companhia justamente por obra de um religioso. Não é uma incoerência?

Saturday, August 30, 2008

Make backups, otherwise...

you may end up deserving a dadication like this.

Friday, August 29, 2008

Abrace um desenvolvedor

Meu colega Thiago Becker me mostrou algo com que me identifiquei muito:



Sunday, August 24, 2008

Pensa duas vezes antes de trocar o teu computador...

Durante o evento do TcheLinux em Pelotas, ontem, um amigo chamou o notebook HP nx6320 que eu comprei no ano passado (e ainda não terminei de pagar) de “tijolão”. Isto me levou a pensar em como são atraentes esses novos subnotebooks, que agora começaram a se tornar tão baratos. Pois bem, estimado(a) leitor(a), sabes aquele note novo, “tão bonitinho”, que foi lançado há pouco e que tu estás louco(a) para comprar? Tu precisas mesmo dele? Antes de responder à pergunta, assiste o documentário A História das Coisas:

http://video.google.com/videoplay?docid=-3412294239230716755

Eu pretendo ficar com o meu tijolão até que ele pare de funcionar. Só comprarei uma máquina nova se e quando eu realmente precisar dela.