Tuesday, February 19, 2013

I just received a letter...

I received a nice letter that from the FreeBSD foundation. Would you like to receive one too? It's easy!


Friday, December 24, 2010

Getting rid of Pidgin's “I'm not here right now” status message

Do you hate the “I'm not here right now” status message that Pigdin insists on setting even when your status is available? I do. After wasting some time digging for solutions I found that this is considered a feature. Yeah, that's true: looks like many users want it so the developers decided to keep that crappy message around!

And to make things worst, even if you edit the $HOME/.purple/status.xml file and remove the additional status messages they will be restored next time you start running Pidgin, right? Well, not exactly.Think about this: what would Pidgin do if it could not add the stupid Available/Not-here status to the configuration file? Let's I give it a try:

$ su -
Password: ********
# chown root:root ~casantos/.purple/ ~casantos/.purple/status.xml
# chmod 755 ~casantos/.purple
# chmod 644 ~casantos/.purple/status.xml
# vi ~casantos/.purple/status.xml

Remove all lines between <statuses version="'1.0'"> and </statuses> and save the file (feel free to use other editors if you don't feel comfortable with vi).

Now Pidgin is unable to add the foolish statuses because the status file belongs to the superuser (root) and is not writable by other users. Pidgin also can not remove the old file and replace it by a new one, because the .purple directory is in the same situation. All other files and directories under .purple were left with the original ownership and permissions.

Saturday, January 30, 2010

sun-java5-plugin for Seamonkey on Ubuntu 9.10 (Karmic)

I'm currently using Ubuntu with sun-java5-* packages installed because I need Java 1.5 to build Android and because my home banking requires an applet that sometimes does not work with later versions. I'm also using the seamonkey-mozilla-build package, because its mail reader is much better than Evolution.

Everything went well until I decided to remove Firefox, the default Ubuntu browser, because I did not need it anymore. The problem is that the sun-java5-plugin package depends on firefox. Googling for help I did not find any help. Time to hack!

1. Install the required tools:
apt-get install autotools-dev fakeroot dh-make build-essential
2. Add these lines to /etc/apt/sources.list in order to get the repo for java5:
## For sun-java5-jdk
deb http://us.archive.ubuntu.com/ubuntu/ jaunty multiverse
deb-src http://us.archive.ubuntu.com/ubuntu/ jaunty multiverse
deb http://us.archive.ubuntu.com/ubuntu/ jaunty-updates multiverse
deb-src http://us.archive.ubuntu.com/ubuntu/ jaunty-updates multiverse
3. Get the package source code:
apt-get update
apt-get source sun-java5-plugin

4. Adapt the package for Seamonkey:
vi sun-java5-1.5.0-19/debian/rules
vi
sun-java5-1.5.0-19/debian/control

In both files, search for the word “konqueror” and add “ | seamonkey” just after it.
5. Build and install the new package:
cd sun-java5-1.5.0-19
dpkg-buildpackage -rfakeroot
dpkg -i ../sun-java5-plugin_1.5.0-19-0ubuntu0.9.04_i386.deb

6. Edit /etc/apt/sources.list and remove or comment-out the lines added in step 2.

7. Remove the traces of the old package, otherwise the update manager will try to upgrade it and reinstall Firefox:
rm -f /var/lib/apt/lists/us.archive.ubuntu.com_ubuntu_dists_jaunty*

Friday, December 19, 2008

Support Wikipedia!

Dear Carlos Augusto,

On behalf of the Wikimedia Foundation, I wish to acknowledge and thank you for your gift of USD 30.00 to the Wikimedia Foundation, received on December 19, 2008. Your support is greatly appreciated.

Your generosity helps ensure that the Wikimedia Foundation continues to make human knowledge free and accessible to the world. The Wikimedia Foundation operates some of the largest and most popular collaboratively edited reference projects in the world, including Wikipedia, one of the world's top ten most popular websites. Our work is important: we are grateful you have joined with us to help make it happen.

Sincerely Yours,

Sue Gardner
Executive Director, Wikimedia Foundation



The Wikimedia Foundation, Inc. is a non-profit charitable corporation with 501(c)(3) tax exempt status in the United States. No goods or services were provided, in whole or in part, for this contribution. Tax-exempt number: 20-0049703

Wikipedia Affiliate Button

Thursday, December 04, 2008

É campeão... da estupidez

Eu gosto muito de Porto Alegre. Infelizmente descobri que uma quantidade enorme de pessoas que vivem aqui parece não gostar desta cidade. Devem odiá-la, na verdade, tanto que fazem questão de fazê-la detestável.

Outra coisa que descobri é que metade dessas pessoas que odeiam Porto Alegre torce para o Grêmio. A outra metade, obviamente, torce para o Internacional. Isto, por si só, não é inconveniente. Chato é ter que compartilhar, à força, a euforia de algum idiota pelas vitórias futebolísticas do “seu” clube ou pelas derrotas do clube do idiota ao lado.

Wednesday, October 08, 2008

Tadeu Martins e a Inquisição

Augusto Franke Bier

Jornalista e chargista

Depois da demolição contínua e sistemática de prédios históricos em Santo Ângelo, onde a política de tombamento nunca foi exatamente o ponto forte das administrações, a mais recente agressão ao patrimônio ocorre dentro de uma igreja. Recentemente “reinaugurada”, a Catedral Angelopolitana, abriu suas portas para os fiéis e os turistas ostentando uma mutilação grave. A pintura mural executada no altar central, há menos de vinte anos, pelo artista plástico Tadeu Martins, desapareceu.

Todos lembram que a grande polêmica se dava em torno da imagem de uma índia de seio desnudo. Nada mais adequado ao sétimo povo missioneiro que tivesse dentro de sua catedral a marca maior de sua obra, numa referência à evangelização dos índios Guarani. Justamente pela fidelidade histórico-astística dessa representação, onde os verdadeiros donos desta terra aparecem em estado puro, despreocupados de pudor, a comunidade não só perde uma obra de arte magistral, como também reproduz o preconceito do colonizador para com as culturas diferentes.

Na tarefa cruel da submeter povos gentios à tutela do deus cristão – que se desenvolvia paralelamente na busca por ouro e territórios –, muito sangue nativo foi derramado. Levou tempo até que os Guarani tivessem que optar entre cair nas mãos dos bandeirantes escravizadores e se deixar “domesticar” no aldeamento das missões jesuíticas. Mas a glória da experiência missioneira, sempre evocada na arquitetura monumental e nas artes remanescentes, tem nos nativos uma história de resistência que a própria Santa Madre Igreja evoca com desconforto – quando o faz! E isso vem à baila quando perguntamos o seguinte: Por que, em quase século e meio de dominação, as reduções não produziram um único padre índio?

A resposta, ironicamente, vem de um jesuíta paraguaio, padre Bartolomeu Meliá, talvez a maior autoridade em estudos missioneiros ainda viva. Escreve ele que a religiosidade dos índios não reconhecia o pecado. Logo, desprovidos de culpa, não teriam como ser submetidos pelos padres, porque o maior instrumento de coerção da cristandade – a ameaça do castigo eterno – não surtia efeito. Essa pureza ainda pode ser observada por aqueles que convivem com os atuais Guarani da região missioneira. No entanto, os esforço pela descaracterização dessa cultura hoje prossegue quando autoridades mal-intencionadas ou ignorantes estendem luz elétrica e televisão até os acampamentos. Perdendo o status de índios, que ainda os protege um pouco, e isolados de sua identidade, tornam-se párias a esmolar na porta do templo.

A nudez na índia de Tadeu Martins foi acusada de ofender a sacralidade do altar. Mas como fica esse mesmo respeito ao sagrado se o sacerdote for um pedófilo, um delator, um omisso ou um legitimador de desmandos aboletado no regaço confortável dos coronéis de plantão? Há uma moral putrefata flutuando pelas naves da nossa catedral, emitida pelos porões ancestrais da inquisição. Nem estamos evocando o bom selvagem idealizado por Rousseau, mas um povo verdadeiro a cuja sabedoria a Igreja deveria se curvar. No entanto, aquele preconceito doentio deixa seus herdeiros. E Jesus Cristo, que, numa metáfora pela inocência, pedia que deixassem ir a ele os pequeninos, vê a representação dos seus indiozinhos apartada de sua companhia justamente por obra de um religioso. Não é uma incoerência?

Wednesday, September 10, 2008

Bom demais para deixar passar...



O original está em http://www.ukuug.org/sysadminday/ (disponível também em outros formatos).